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Disponibilizamos uma
consulta para você
saber a bateria ideal
que seu automóvel
precisa. |
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Qual é a função da Bateria?
A bateria tem diversas funções. A principal e fornecer energia elétrica ao motor de partida e ao sistema de ignição.
Outras funções são:
- Fornecer energia aos acessórios elétricos quando o motor não esta em funcionamento;
- Fornecer energia quando a demanda elétrica do veículo exceder a capacidade do alternador;
- Agir como estabilizador de tensão do sistema elétrico.
Cuidados ao manusear a bateria
- Primeiramente, desconecte o cabo negativo;
- Não bata as baterias nem as incline mais do que 45o;
- Remova a corrosão dos terminais, bandeja, retentores e suportes, antes de instalar a bateria.
- Instale a bateria nivelada e fixe as conexões de forma que fiquem bem apertadas;
- Sempre conecte o cabo negativo por último.
Partida com bateria auxiliar (Chupeta)
Importante: Certifique-se de que:
- A bateria auxiliar esteja carregada;
- Os veículos não se toquem e as ignições estejam desligadas.
Conexões:
- Conecte o cabo auxiliar positivo ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada (ponto 1 -veja ilustração);
- Conecte a outra extremidade do mesmo cabo ao pólo positivo da bateria auxiliar (ponto 2).
Atenção! -
Positivo com Positivo;
- Conecte o cabo auxiliar negativo ao pólo negativo da bateria auxiliar (ponto 3);
- Faca a conexão final no bloco do motor do veículo que esta com a bateria descarregada.
Essa conexão deve ser feita em um ponto não muito próximo da bateria (ponto 4).
Atenção - Negativo com bloco do motor;
- Afaste-se;
- Acione a partida do veículo;
Após o funcionamento do motor, remova os cabos na seqüência inversa a conexão.
 Chupeta requer atenção
Para uma bateria arriada, a solução é fazer uma "chupeta" - transferência de carga de uma bateria para outra. Fazer o carro pegar no tranco poderá danificar o sistema de injeção veículo. Apesar de bastante conhecida, a "chupeta" exige sérios cuidados.Uma ligação invertida poderá gerar curto ou faíscas, com riscos de explosão da bateria. Para ficar livre de acidentes, o aconselhado é obedecer algumas etapas de trabalho.
1. Ligar o cabo auxiliar positivo (vermelho) ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada e a outra extremidade do mesmo cabo deve ser conectada ao pólo positivo da bateria auxiliar. Positivo com positivo. A tensão de carga nunca deve ultrapassar12 volts.
2. Conectar o cabo auxiliar negativo (preto) ao pólo negativo da bateria.
Esta conexão deve ser feita em um ponto da lataria não muito próximo à bateria, para evitar curto.
Por último, acionar a partida do veículo com a bateria descarregada. Após o funcionamento do motor, remover os cabos na seqüência inversa à da conexão.
Falha na partida
Quando uma bateria aprovada no teste ainda falhar em serviço, verifique:
- Acessórios deixados ligados com o motor desligado.
- Correia do alternador solta, alta resistência elétrica na fiação e conexões, alternador / regulador de voltagem com defeito.
- Instalação adicional de acessórios que excedem a capacidade do alternador.
- Curtos-circuitos ou falhas do sistema elétrico.
- Recarga insuficiente da bateria que havia falhado anteriormente por falta de carga.
- Falha de conexões dos cabos da bateria, apresentando alta resistência elétrica ou do motor de partida.
- Longo período sem uso do veículo sem desconectar a bateria.
- Motor de partida travado.
Nota:
- Bateria descarregada não é bateria defeituosa. É um sintoma de problema elétrico do veículo.
Um diagnostico completo inclui a verificação do sistema de carga do veículo e a procura de fuga
de corrente em adição a recarga e teste da bateria.
- Como referência, a corrente de fuga de ate 30 miliamperes e considerada normal. Alguns veículos possuem timer para desligar todos os acessórios, o que deve ser observado ao analisar o veículo. Assegurar que todos os acessórios estejam desligados ao medir a corrente de fuga. Veículos estacionados por longo período
- Desconecte o cabo negativo da bateria, se o veículo for ficar parado por mais de 20 dias, especialmente se a corrente de fuga for elevada em relação à referência.
- Caso não seja desconectado o cabo negativo, inspecionar periodicamente o indicador de teste e recarregar a bateria conforme o necessário, utilizando os procedimentos adequados. Cuidados prolongam o desempenho
A manutenção preventiva do motor de arranque, do carburador ou dos bicos injetores, componentes que facilitam a partida rápida no veículo, pode igualmente prolongar o desempenho da peça.
Partidas que levam mais de cinco segundos forçam a bateria e ocasionam desgastes.
Outra dica diz respeito ao modo do motorista utilizar o veículo diariamente. O indicado é não dar a partida no carro com o rádio e lanternas ligadas para não forçar a bateria. Além disso, não é aconselhado manter funcionando o rádio e as luzes com o veículo parado, nem deixar suas portas abertas.
Quando o automóvel for ficar muito tempo parado, o ideal é soltar apenas o cabo negativo da bateria, para evitar que ela descarregue. Na troca da bateria, checar se o veículo possui computador de bordo ou qualquer outra programação codificada. Em caso afirmativo, na substituição do componente utilize uma bateria auxiliar, para não deixar o veículo sem energia. Recarga compromete?
A bateria tem durabilidade estimada de três anos de uso ou 50 mil km. No entanto, o descarregar e o carregar a bateria altera drasticamente a sua vida útil. As operações contínuas terminam deteriorando as placas (positiva e negativa) internas da bateria, que deixam de funcionar a contento.
A reação química entre o eletrólito (liquido composto de ácido e água existente no Interior da bateria) e as placas faz com que pequenas partículas das placas soltem. A ocorrência acaba por reduzir a quantidade de material disponível para as próximas solicitações do componente. Para preservar a peça, o técnico explica que a bateria suporta até 200 operações de recarga e descarga. Agora, se ela descarregar apenas 50%, por exemplo, e for recarregada em seguida, passará a suportar três vezes mais, ou seja, umas 600 recargas.
As baterias seladas possuem placas de chumbo, cálcio e potássio, além de uma tampa especial com labirintos internos, que possibilita a condensação e retomo da água para dentro da bateria, além de respiro, por onde é liberado o gás. Elas não exigem manutenção.
Já nas convencionais, as placas são formadas de chumbo e antimônio, o que provoca a perda de água por dissociação química e evaporação.
A reposição constante de água destilada é necessária, para não alterar a concentração interna do produto químico. No caso ainda de recarga, o técnico adverte que uma carga rápida por intermédio de aparelhos exige cautela. Se o aparelho não tiver um dispositivo automático, a bateria poderá receber excesso de carga, esquentar e deteriorar as placas internas devido à corrosão do ácido. |
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